Gestão empresarial, Logística, SCM e outras coisas do Prof. Gabriel A. L. A. Castelo Branco
Gestão por quem gerencia e para quem gerencia
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domingo, 4 de maio de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Imagem organizacional
É imperante gerenciar a imagem da organização. Isso também faz parte da gestão de marcas.
A imagem, logicamente, é fruto das ações e dos posicionamentos tomados pela gestão.
Boa imagem, então, é fruto da qualidade das opções e das ações deliberadas. Retidão, imparcialidade e neutralidade são elementos que pesam e auxiliam nesse processo.
Nesses momentos de crise institucional que observamos, a ausência desses critérios por parte de seus mandatários, e por que não gestores, coloca em descrédito por completo essas mesmas organizações.
Nós mesmos criamos as condicionantes que nos levam a situações de crise. Nós criamos nossos próprios problemas.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
O problema de não fazer planos
A não elaboração de um plano, o que completa e afirma o processo de planejamento, pode gerar alguns problemas.
Como se não bastasse a traição da memória, uma ingrata infratora natural, a não elaboração de um plano escrito pode gerar alguns entraves e problemas gerenciais.
Assuntos são discutidos e definidos mais de uma vez, perda de eficiência e eficácia administrativas.
Perdemos tempo e outros recursos tendo que refazer o que já foi estabelecido.
Só identifico ganhos para aqueles que se beneficiariam pelo aumento do custo gerencial e pela demora da execução das ações. Impressionante mas tem quem se beneficie, mesmo que pela construção de uma obscura cadeia de valor ou de poder para resolver questões que já foram anteriormente resolvidas.
Anotação: sempre fazer e exigir planos formalizados.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Controle nos controles
É importante ter calma a cuidado na hora de implementar controles.
Muitos se perdem ao fazê-lo. Acho até que alguns se desesperam por implementar algumas alternativas.
Acredito que ferramentas de controle devem, antes de mais nada, úteis e refletir a vocação da área ou organização onde serão implementadas.
Hospitais devem ser gerenciados como hospitais, escolas como escolas e indústrias como indústrias, cada um com seu mecanismo adequado.
Parece lógico? Descobri que não é.
São organizações com naturezas específicas, mas que vivem sendo mutuamente e constatem confundidas.
Vamos te respeito aos diversos ambientes e suas características.
Controles fabris não podem ser utilizados em outros ambientes sob pena de sacrificar desenvolvimento, criatividade, busca de alternativas de desenvolvimento e melhoria constante.
Acredito que precisamos de gestores aptos a deixar o século XIX de fato no passado.
terça-feira, 25 de março de 2014
Planos B
sábado, 22 de março de 2014
Empoderamento na liderança
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Pensamentos sobre liderança
Muito se fala e muito se escreve sobre liderança.
Hoje penso que liderança é, sobretudo, uma prática.
Liderança na administração é a condução de pessoas, de tarefas nas organizações.
Pude observar que o ponto fraco não está necessariamente no líder, mas algumas vezes nos liderados. É claro que o líder erra, é claro que há problemas com os canais de comunicação, que devem ser sempre ajustados , mas também é preciso entender algumas vezes o processo de liderança esbarra na característica liberado.
Quando ele não entende sua autonomia e o limite dela. Também se peca por excesso de proatividade.
Por incrível que pareça, às vezes é preciso pedir para se reduzir o ritmo, para que não se atropelem as coisas, as pessoas.
É porque às vezes esse excesso pode provocar situações muito complicadas. Fazer com que atividades se confundam e a hirarquia seja sacrificada. Gestores de um mesmo nível se atropelem, gerando sobreposição de tarefas e de papéis, de responsabilidades.
Como numa orquestra, é importante entender que cada instrumento tem seu papel, sua partitura. Cabe ao regente o papel de organizar a harmonia, a execução do conjunto; o ritmo, a velocidade de que o conjunto deve desenvolver em suas ações; a intensidade, o que vulgarmente chamamos de volume, ou seja "quanto barulho devemos fazer" juntos.
Lembro de uma história de um famoso maestro que dizia que o difícil não era arrumar primeiros violinistas, solistas, os que se destacam, mas conseguir achar os segundos violinistas, os que interagem na medida e na proporção esperada, considerando o conjunto.
O pensar em grupo é o grande problema, é a grande questão. Se engana quem acredita que a democracia é fácil. Liderar de forma democrática é um exercício interminável de muito trabalho, de esforço e de cansaço, para que o conjunto prevaleça. Nesse caso o conjunto é muito superior à unidade básica, a pessoa.
Até a competição pode ser negativa, na medida que desconsidera grupo no seu objetivo final. Acredito que a competição é positiva, que pode gerar ganhos, mas nesse caso vejo o contrário, nada positivo.
Mas como acredito nas pessoas... Vamos ajustando o trabalho, as operações. Vamos conduzindo.